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	<title>XBot - Robótica móvel inteligente para educação, pesquisa e entretenimento</title>
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	<description>Robótica Educacional</description>
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		<title>Driver para Player é disponibilizado para o RoboDeck</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 07:06:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Disponibilizada a versão beta do driver para integração do Player com a plataforma RoboDeck]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.xbot.com.br/wp-content/uploads/2012/01/player.jpg"><img src="http://www.xbot.com.br/wp-content/uploads/2012/01/player.jpg" alt="" title="player" width="266" height="113" class="alignleft size-full wp-image-1745 colorbox-1744" /></a>
<p>
Desenvolvido por uma equipe de pesquisadores do Rio de Janeiro, foi disponibilizado neste mês de janeiro, a versão beta do driver responsável pela integração do Player com a plataforma RoboDeck. O Player é um servidor baseado no protocolo TCP que permite o controle de uma grande variedade de sensores e atuadores robóticos. Trata-se de uma plataforma aberta para desenvolvedores aperfeiçoarem sistemas de controle para robôs. 
</p>
<p>
O Player é executado na placa de alto desempenho do RoboDeck que roda uma versão do sistema operacional Debian. O Player oferece uma interface TCP para que clientes possam enviar comandos de controle. O cliente pode ser um programa escrito em qualquer linguagem com suporte ao protocolo TCP e deve se conectar ao Player, que por sua vez transmite os comandos para os atuadores e sensores, independente do robô. O Player, similar a outros servidores, permite que múltiplos clientes estejam conectados ao mesmo tempo.
</p>
<p>
O uso do protocolo TCP permite que os robôs possam ser controlados independentes de sua localização com relação ao cliente, podendo os comandos serem  transmitidos pela Internet onde quer que haja conexão de rede. O Player trata equipamentos como arquivos, seguindo o modelo UNIX de abstração. Para ler um sensor, o cliente deve abrir o equipamento com acesso para leitura e no caso de controle de atuadores, o cliente deve abrir o equipamento com acesso a escrita. No Player, as interfaces de equipamentos são separadas dos drivers de equipamentos. A interface é uma especificação de dados, comandos e formatos de configuração, enquanto que um driver de equipamento é um módulo que controla um equipamento e provê uma interface para o mesmo.
Por exemplo, a interface de posição do Player é usada para controlar uma base robótica. Essa interface especifica os comandos para dar potência e velocidade aos atuadores das rodas e o formato dos dados que vêm dos sensores de posição e velocidade do robô. O driver, como o que foi desenvolvido para o RoboDeck, deve receber mensagens do cliente e transformar em comandos para os atuadores e sensores, bem como receber os dados dos sensores e publicá-los de forma que a interface consiga reconhecer e transmitir ao cliente. A mesma interface pode se comunicar com outro driver, como o P2OS que serve as plataformas robóticas da empresa ActivMedia.
</p>
<p>
Para testar o driver desenvolvido, foi programado um aplicativo cliente. Esse aplicativo processa a imagem obtida pela câmera web do RoboDeck para fazer o controle de sua movimentação. A câmera foi posicionada em frente ao robô direcionada para o chão. O programa de controle foi desenvolvido para seguir uma linha negra desenhada em um piso branco. O aplicativo obtém os frames captados pela câmera, detecta a linha nos frames e envia comandos aos motores do RoboDeck de forma a manter a linha sempre visível. O algoritmo de controle do robô funciona com base na posição média das linhas encontradas pelo algoritmo de detecção de linhas. O algoritmo divide a largura da imagem em três partes iguais. O valor médio da posição das linhas encontradas pode estar mais a esquerda, mais a direita ou ao centro da imagem. O robô é controlado para, respectivamente, virar esquerda, direita ou se manter em linha reta de acordo com o valor médio de posição das linhas.
</p>]]></content:encoded>
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		<title>Tecnologia robótica aplicada no aprimoramento da educação técnica no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 16:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tecnologia robótica aplicada no aprimoramento da educação técnica]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
Levantamentos realizados recentemente junto ao mercado de trabalho no Brasil identificou que nos próximos anos, será necessário uma grande quantidade de profissionais técnicos e engenheiros que sejam capazes de resolver problemas. Não basta somente o diploma formal, mas sim a capacidade de entender problemas e promover soluções. Isto é, não se trata de uma educação baseada na formulação de perguntas e respostas, e sim, em resolução de problemas onde devem ser dadas soluções adequadas. São profissionais de nível técnico, tecnólogos e engenheiros que poderão dificultar o crescimento do país se não forem formados em tempo hábil e em uma quantidade e qualidade adequada. Diante disso, o grande desafio é motivar jovens a se interessarem pelas áreas técnicas e encontrar formas de melhorar a formação desses futuros profissionais em um curto período de tempo com uma qualidade que permita que os mesmos possam trabalhar corretamente.
</p>
<p>
Uma sugestão para auxiliar na resolução dessa questão tem sido o foco do trabalho dos Centros de Tecnologia de Aplicações Robóticas (CTAR) cujo objetivo é criar um ambiente de produção e geração de conhecimento entre pesquisadores e as empresas interessadas na aplicação da tecnologia robótica para solucionar suas necessidades. Além disso, busca promover junto a instituições de ensino atividades científicas e empreendedoras que possibilitem o contato direto de alunos e professores com aplicações robóticas em diversas áreas como: saúde, educação, varejo, logística, segurança, defesa, etc. O CTAR busca melhorar e aperfeiçoar ferramentas educacionais baseada em robótica para serem utilizadas em sala de aula para estimular e otimizar a curva de aprendizado do aluno. Essas ferramentas possuem abordagem multidisciplinar que permite com que os alunos pratiquem e consigam interagir entre as disciplinas técnicas, isto é, entender eletrônica, física, matemática, mecânica e computação usando um meio comum. Esta inter-relação de disciplinas permite que os alunos compreendam conceitos técnicos de forma mais rápida e permanente do que se vissem esses mesmos conceitos separadamente.    
</p>
<p>
Trilhando este caminho da busca por excelência na educação técnica já existem universidades que estão adotando a robótica como ferramenta educacional. São os casos das Universidades Federais do Mato Grosso do Sul (UFMS), do Rio Grande no Norte (UFRN) e de Brasília (UNB). A UFMS adquiriu em 2012 em torno de 122 robôs sendo 60 do modelo kids, 40 Curumins, 15 Sci-soccers e sete RoboDecks. A UFRN em 2011 adquiriu: 15 Curumins e 1 RoboDeck e a UNB adquiriu 24 Curumins.  Além da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) que adquiriu até agora 10 Sci-soccers e 5 Curumins nos últimos anos. Este fato é positivo, pois na outra ponta estimula uma indústria nacional de tecnologia robótica que pode, posteriormente, promover o crescimento do país gerando empregos de qualidade e recolhendo impostos. Inclusive promovendo divisas para o país, com grandes chances de exportação dessas tecnologias educacionais para o mercado sul-americano (MERCOSUL) e africanos de língua portuguesa que não são atendidos pelas empresas asiáticas, européias e norte-americanas. 
</p>]]></content:encoded>
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		<title>Open Innovation para o desenvolvimento de tecnologia robótica no Brasil</title>
		<link>http://www.xbot.com.br/open-innovation-para-o-desenvolvimento-de-tecnologia-robotica-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 02:34:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Open Innovation para o desenvolvimento de tecnologia robótica no Brasil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
Uma pequena empresa de robôs móveis do interior do estado de São Paulo, a XBot, tem colocado em prática o conceito de Open Innovation para realizar seu contínuo processo de desenvolvimento e atualização de sua linha de produtos. A idéia central por trás do Open Innovation ou inovação aberta é que em um mundo com informações distribuídas, empresas não aplicam inteiramente seus recursos em suas pesquisas internas, mas ao invés disso compram ou licenciam processos de inovação (como patentes) de outras empresas ou grupos de pesquisas. A inovação aberta se refere a um fluxo aberto, no qual os recursos se movem facilmente na fronteira entre empresa e mercado. Em linhas gerais, a XBot buscou promover uma rede de relacionamento envolvendo empresas e laboratórios de pesquisas em universidades com foco na geração de soluções e aplicações baseadas em suas plataformas robóticas.
</p>
<p>
A empresa há três anos fabrica e comercializa robôs móveis para as áreas de educação e entretenimento e segundo seu diretor, Antonio Valerio Netto, doutor em computação pela USP, o grande desafio é manter um alto volume de inovação e incremento das aplicações para atender os diversos interesses dos clientes que adquirem os robôs.  Valerio Netto comenta que não seria possível ter uma equipe interna de engenheiros, mestres e doutores focada nesta atividade, pois os custos e as taxas de retorno de investimento são elevados o que encareceria o produto na compra final pelo cliente. 
Outro caminho adotado pela empresa foi à captação de projetos de fomento à pesquisa junto a órgãos do governo federal, como o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). A empresa obteve nos últimos doze meses investimentos da ordem de R$500mil por meio dos programas RHAE pesquisador na empresa e PNPD (programa nacional de Pós-Doutorado). Com este dinheiro está sendo possível aproximar jovens desenvolvedores para aprimorar os produtos e tornar cada vez mais competitivo os robôs móveis para o mercado. Além disso, a empresa auxilia na formação desses profissionais com conhecimento de tecnologia robótica focado em reais aplicações dessa tecnologia para os mercados que a empresa atua.  Este é um passo importante no ciclo educacional do profissional que aprende a teoria dentro das universidades, mas até então não tinha a opção de aplicar e aprimorar este conhecimento teórico adquirido dentro de empresas, pois no Brasil não existia mercado de trabalho para este conhecimento tecnológico multidisciplinar.   
</p>]]></content:encoded>
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		<title>Empresa de São Carlos, no interior de SP, cria robôs que jogam até futebol</title>
		<link>http://www.xbot.com.br/empresa-de-sao-carlos-no-interior-de-sp-cria-robos-que-jogam-ate-futebol/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 16:48:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Empresário do setor de robótica se prepara para a Copa de 2014. Já foram vendidos 14 equipamentos e empresa negocia mais quatro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
Em São Carlos, no interior de São Paulo, uma empresa é referência em robótica. Foram criados robôs que são usados para educação e entretenimento. As máquinas jogam até futebol. E empresa se prepara para a Copa de 2014. A máquina une robótica e esporte. É um jeito diferente de brincar de futebol. O robô está na filial de uma cadeia de fliperamas da zona Leste de São Paulo. Já é sucesso &#8211; e vai para as outras lojas do país. “Está tendo uma divulgação muito boa, e aí a gente vai expandir para as outras lojas”, afirma a gerente Emília Matos Garcia.
</p>
<p>
O brinquedo é fabricado em São Carlos, no interior paulista. O empresário Antônio Valério Netto criou o robogol para aproveitar o entusiasmo dos brasileiros com a Copa de 2014. “Robótica com futebol é sem dúvida uma oportunidade de todo mundo ficar conhecendo essa tecnologia no Brasil e prestar atenção nisso”, diz Netto.
</p>
<p>
A máquina custa R$ 30 mil. Pode ter dois ou quatro robôs. Ela foi desenvolvida com o apoio de um programa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Sebraetec. “É uma ferramenta de auxílio tecnológico às micro e às pequenas empresas, que opera por meio do Sebrae nacionalmente”, diz Eduardo Rantin do Sebrae de São Carlos. O Sebraetec resolve qualquer dúvida tecnológica. Melhora processos de fabricação e até desenvolve o produto.
</p>
<p>
Um designer enviado pelo Sebrae criou a mesa. E determinou que ela tenha 90 cm, uma altura em que dá para brincar numa posição confortável. Mas existe outro modelo mais baixo, feito para as crianças. Aqui, o controle fica solto e o jogador leva para onde quiser. Toda essa criação envolve muita pesquisa.
</p>
<p>
Vale a pena investir em pesquisa. A empresa já vendeu 14 equipamentos e negocia mais quatro. Esta foi uma das tecnologias escolhidas para representar o país na “Casa Brasil” &#8211; uma exposição realizada na África do Sul, na Copa de 2010. A experiência vai se repetir em 2014. Cada cidade-sede vai ter uma Casa Brasil. Com futebol de robôs em todas
</p>
<p>
Até a Copa chegar, os já fãs do brinquedo vão poder jogar por um portal. A empresa pretende criar ligas e premiar os melhores jogadores. O empresário vai investir R$ 50 mil no site, que deve entrar no ar em julho do ano que vem. Por bluetooth, a mesa vai enviar os dados da partida para o celular do competidor
</p>
<p>
“A partida que sai da máquina vai direto para um portal, que é o do robô gol, e posteriormente ele vai encaminhar para o Facebook e para o Twitter. Tudo isso de forma automática, em menos de dois, três minutos, aquela partida que você jogou ali com seu colega, vai estar nas redes sociais para todo mundo saber o resultado”, explica o empresário.
</p>
<strong>Nas escolas</strong><p>
<p>
Além do futebol, a empresa investe em educação. São quatro modelos de robôs, cada um com várias versões. Em uma escola de Ibaté, a 250 quilômetros de São Paulo, os alunos aprendem a montar o equipamento. E quando conseguem, podem até levar o robô para casa. O curso tem oito alunos. Eles estudam robótica durante 18 meses. E saem prontos para uma nova carreira. “A robótica, hoje, é uma coisa indispensável para todas as pessoas. Então, desde utilização em casa, no trabalho, no carro, todos os lugares hoje utilizam robótica”, diz David Rigolão, dono da escola.
</p>
<p>
A empresa planeja ainda lançar robôs que auxiliem no ensino de disciplinas tradicionais, como física e matemática. “A idéia é que o robô dentro de sala de aula permita com que o aluno, ao mexer, ao manipular com o conhecimento passado pelo professor, ele aprenda mais rápido e absorva isso num tempo, daqui, por exemplo, duas ou três semanas, ele vai lembrar daquilo que ele aprendeu”, diz o empresário.
</p>
<p>
Esse trabalho deu a Antônio Valério Netto o terceiro lugar no prêmio nacional de empreendedorismo inovador, da Amprotec, na categoria empresa graduada por incubadoras. Apostar em tecnologia e na Copa é mesmo um bom negócio. E o Sebrae trabalha para ajudar a quem investe na Copa. “De hoje até o evento da Copa, de 2014, a gente pretende que esse apoio seja perenizado na forma de melhor competitividade das empresas paulistas”, diz Rantin, do Sebrae.
</p>
Fonte: Programa PEGN]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>VII Simpósio Brasileiro de Engenharia Física</title>
		<link>http://www.xbot.com.br/vii-simposio-brasileiro-de-engenharia-fisica/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 20:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia dois de novembro a XBot participou do VII Simpósio Brasileiro de Engenharia Física (VII SBEF), realizado pela Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS) na cidade de Dourados &#8211; MS. A proposta foi motivar os estudantes a utilizarem a robótica como uma ferramenta extra para lapidar os conhecimentos adquiridos durante a graduação&#160;<a href="http://www.xbot.com.br/vii-simposio-brasileiro-de-engenharia-fisica/" class="read-more">Continue lendo</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.xbot.com.br/wp-content/uploads/2011/11/sbef2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1605 colorbox-1602" title="sbef2" src="http://www.xbot.com.br/wp-content/uploads/2011/11/sbef2-300x225.jpg" alt="" width="283" height="212" /></a><p>No dia dois de novembro a XBot participou do VII Simpósio Brasileiro de Engenharia Física (VII SBEF), realizado pela Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS) na cidade de Dourados &#8211; MS. A proposta foi motivar os estudantes a utilizarem a robótica como uma ferramenta extra para lapidar os conhecimentos adquiridos durante a graduação e interagir com estudantes de outras áreas.
</p>
<p>
Como se tratar de uma área relativamente nova no Brasil, a Engenharia Física ainda é pouco conhecida pela população. Isso ocorre por ser uma linha de atuação que não se limita as fronteiras das ciências exatas e as engenharias tradicionais. Por outro lado, no mercado de trabalho esse profissional estará constantemente em contato com os mais diversos profissionais e segmentos tecnológicos. Falando em tecnologia, dificilmente podemos citar outra área tão diversificada e multidisciplinar quanto a robótica.
</p>
<p>
Assim, nosso representante, Felipe Antunes, também estudante do curso de Engenharia Física pela UFSCar, abordou não somente temas corriqueiros na área, tais como projetos de hardware e software, mas também novas tecnologias em ciências dos materias que potencializam ainda mais o estudos relacionados a robótica. Mostrou-se os conceitos e desafios envolvidos na robótica móvel com os alunos de Engenharia
Física, que compartilham este mesmo cunho multidisciplinar.
</p>
<p>
Entre os alunos participantes, principalmente da UFRGS, UEMS, UFGD e UFSCar, entre outras universidades da região, teve-se como retorno o notável interesse por englobar o estudo de robótica no cotidiano universitário e poder representar tais universidades em competições do gênero, que a cada ganho ganha mais adeptos pelo Brasil.
<p>]]></content:encoded>
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		<title>Ferramenta tecnológica para aprendizado</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Oct 2011 16:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Plataforma educacional de baixo custo para acesso a esse universo tecnológico por onde caminham as oportunidades de trabalho no Brasil do século XXI]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
Os Robôs têm sido objeto da imaginação e das fantasias dos seres humanos ao longo dos tempos. Até a bem pouco tempo atrás, a imagem que se tinha deste tipo de dispositivos era que se tratava de sistemas de grande complexidade e de elevado custo, compostos por um punhado de ligações elétricas e controlados por complicados sistemas computorizados.  No entanto, nos últimos anos, os avanços que se têm verificado na tecnologia dos microcontroladores, com a redução drástica de dimensão e custo começaram a contrastar com o espantoso aumento de potencialidades. É comentar que a construção de um Robô não se resume somente à sua programação. Na sua concepção está envolvido um conjunto de conhecimentos inerentes às áreas da mecânica, eletrônica e lógica, que tornam esse processo um desafio extremamente envolvente.
</p><p>
<strong>Material do kit eletrônico</strong>
</p><p>
O <em>kit</em> eletrônico disponibilizado para a construção do Kid é o seguinte: Placa de Circuito Impresso, Cabo de Ligação Série para PC, dois Motores com redução 15:1 e Componentes diversos. Este <em>kit </em>foi concebido para ser de fácil montagem e programação permitindo a sua utilização por todos aqueles que estão interessados nas áreas da robótica e automação. O Robô a ser construído permitirá desenvolver a sua capacidade de: Identificar e construir circuitos eletrônicos; Entender as diferentes partes que o constituem (Sensores; Atuadores e Microcontrolador) e Desenvolver os seus próprios programas, levando o Robô a executar um conjunto diverso de atividades.
</p><p>
No Kid existem cinco pares de emissores/receptores de infravermelhos que permitem seguir uma linha pintada no chão, seguir parede ou evitar obstáculos; dois interruptores de contato permitem detectar a colisão com obstáculos; e sete ligações extras para ligar outro tipo de sensores. Inclui dois motores DC com uma redução de 15:1 e um microcontrolador PIC que é o “cérebro” do Robô onde é tratada a informação vinda dos sensores e são tomadas as decisões de movimento a efetuar.
</p><p>
<strong>Funcionamento</strong>
</p><p>
A estrutura funcional de um Robô pretende dar resposta aos três problemas fundamentais que lhe são postos: <em>Onde Estou? Para onde vou? Como vou? </em>Quando um Robô se desloca num determinado ambiente, faz uso dos seus sensores para se localizar e para identificar os seus objetivos. Através dos atuadores poderá deslocar-se ou manipular algum objeto. Finalmente, estas ações de percepção e de atuação são coordenadas pelo controlador de bordo.
</p><p>
<strong>Programação em blocos</strong>
</p><p>
A programação em blocos é uma forma de criar programas para o Robô utilizando pequenos blocos com funções pré-definidas, desta forma o programador não necessita escrever um código para executar uma tarefa, basta que o leitor encaixe os blocos para que consiga montar o programa desejado. Contudo para a utilização da Programação em Blocos é necessario que o leitor tenha noções básicas de Lógica de Programação. Depois que acabar de construir o programa com os blocos, basta enviar o programa para o robô para que o mesmo possa cumprir com as tarefas definidas no programa. Vamos agora conhecer a interface de programação na figura a seguir com uma descrição detalhada de cada componente.
<p align="center"> <a href="http://www.xbot.com.br/wp-content/uploads/2011/10/tela.jpg"><img class="size-full wp-image-1590 aligncenter colorbox-1588" title="tela" src="http://www.xbot.com.br/wp-content/uploads/2011/10/tela.jpg" alt="" width="570" height="284" /></a><p>Tela Inicial do KID Programador</p>

<ul>
	<li>Menu do Programa: Menu responsável pelas funções do programa como por exemplo, abrir, salvar, imprimir, copiar, colar, etc..</li>
	<li>Menu Rápido: Menu com algumas da funções do Menu do Programa, porém acessados de uma forma mais rápida.</li>
	<li>Menu de Blocos: Neste menu encontramos os blocos necessários para fazer a programação.</li>
	<li>Inicio da Programação e Configuração Inicial: Neste ponto é onde se inicia o programa, ou seja, é a partir deste ponto que será inserido os blocos, e é também aqui que deverá ser feita algumas configurações iniciais da programação em blocos e que será visto mais adiante.</li>
	<li>Área de Programação: Esta é a área onde são inseridos os blocos de lógica.</li>
</ul>
<p>
<strong>Considerações finais</strong>
</p><p>
Levantamentos realizados recentemente junto ao mercado de trabalho pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) identificaram que nos próximos anos, o Brasil necessitará de uma grande quantidade de profissionais técnicos e engenheiros. São profissionais de nível técnico, tecnólogos e engenheiros que poderão dificultar o crescimento do país se não forem formados em tempo hábil e em uma quantidade adequada. Diante disso, o grande desafio é motivar jovens a se interessarem pelas áreas técnicas e encontrar formas de melhorar a formação desses futuros profissionais em um curto período de tempo com uma qualidade que permita que os mesmos possam trabalhar corretamente. Quem sabe a robótica educacional possa ser uma solução para resolver esta demanda do Brasil do século XXI. Diante disso, o leitor deve estar antenado com esta forma lúdica de ensinar conhecimento técnico.
</p><p>
<strong>Sobre o autor</strong>
</p><p>
Antonio Valerio Netto é doutor em computação pela USP e professor de sistemas robóticas e inteligência computacional da UNICEP. É um entusiasta do uso da robótica para o ensino tecnológico. Foi o fundador da XBot, a primeira empresa de robótica móvel do Brasil focada nas áreas de educação e entretenimento.
</p>]]></content:encoded>
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		<title>Robótica na educação</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 01:29:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A aplicação de tecnologias interativas para promover a aceleração do aprendizado de alunos é importante principalmente em disciplinas envolvendo conceitos da área de exatas como matemática, engenharia e computação. A robótica educacional é uma das tecnologias desse novo conceito de interatividade mais difundida no mundo e ajuda alunos e professores nesse trabalho de transferência do conhecimento. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
Robôs de todos os tipos têm sido fabricados e comercializados há bastante tempo para aplicações industriais. É o caso, por exemplo, dos braços robóticos utilizados na indústria automobilística. Somente nos últimos anos, a tecnologia robótica está sendo aplicada no desenvolvimento de robôs para outras finalidades. Dentre as áreas de robótica, os robôs móveis de pequeno porte são os que possui mercados em franca expansão. Segundo previsões do World Robotic Report 2005, da International Federation of Robotics (IFR), o mercado nos próximos anos terá um crescimento de cerca de 21,31% a.a. Dentre eles, os robôs móveis inteligentes para área de educação e edutainment têm obtido destaque junto as empresas que buscam oferecer novos produtos e serviços. 
</p>
<p><strong>
Aplicação econômica</strong>
</p> <p>
Diante de uma relevância sócio-econômica, muitos estrategistas na área de tecnologia e inovação identificam a robótica móvel inteligente como a indústria mais revolucionária e promissora para os próximos anos. Os heróis tecnológicos em breve serão os construtores de robôs. Eles serão a classe de empreendedores que irão substituir Bill Gates e Steve Jobs ou mesmo, Jeff Bezos da Amazon e os fundadores da Google. É o caso do Ph.D. Paul Saffo, presidente do conselho científico da Samsung e professor da Universidade de Stanford (EUA). Além disso, o tema robótica educacional já faz parte do planejamento estratégico de diversas empresas consolidadas, caso da Microsoft que desde 2005 adotou a robótica educacional como um de seus pilares na estratégia de alcançar novos mercados. Além disso, robôs móveis para educação e edutainment têm obtido contínuo destaque sócio-educacional como uma importante ferramenta para ensino técnico e aprimoramento de disciplinas básicas.
</p>
<p>
<strong>Robótica na educação</strong>
</p> <p>
A robótica educacional é a aplicação da tecnologia na área pedagógica, sendo mais um instrumento que oferece aos alunos e professores, a oportunidade de vivenciar experiências semelhantes às que terão na vida real, dando a estes a chance de solucionar problemas mais do que observar formas de solução. A robótica tem grande potencial como ferramenta interdisciplinar, visto que a construção de um novo mecanismo, ou a solução de um novo problema, frequentemente extrapola a sala de aula. Na tentativa natural de buscar uma solução, o aluno questiona professores de outras disciplinas que podem ajudá-lo a encontrar o caminho mais indicado para a solução do seu problema. A robótica, então, assume o papel de uma ponte que possibilita religar fronteiras anteriormente estabelecidas, agindo como um elemento de coesão dentro do currículo das escolas. As principais vantagens pedagógicas da robótica são:
•	Desenvolver o raciocínio e a lógica na construção de algoritmos e programas para controle de mecanismos; 
•	Favorecer a interdisciplinaridade, promovendo a integração de conceitos de áreas como: matemática, física, eletricidade, eletrônica e mecânica; 
•	Aprimorar a motricidade por meio da execução de trabalhos manuais;
•	Permitir testar em um equipamento físico o que aprenderam utilizando na teoria ou em programas “modelo” que simulam o mundo real; 
•	Transformar a aprendizagem em algo positivo, tornando bastante acessível os princípios de Ciência e Tecnologia aos alunos;
•	Estimular a leitura, a exploração e a investigação; 
•	Preparar o aluno para o trabalho em grupo; 
•	Estimular o hábito do trabalho organizado, uma vez que desenvolve aspectos ligados ao planejamento, execução e avaliação final de projetos;
•	Ajudar na superação de limitações de comunicação, fazendo com que o aluno verbalize seus conhecimentos e suas experiências e desenvolva sua capacidade de argumentar e contra-argumentar;
•	Desenvolver concentração, disciplina, responsabilidade, persistência e perseverança;
•	Estimular a criatividade, tanto no momento de concepção das idéias, como durante o processo de resolução dos problemas;
•	Tornar o aluno consciente da ciência na sua vida quotidiana;
•	Desenvolver a auto-suficiência na busca e obtenção de conhecimentos;
•	Gerar habilidades para investigar e resolver problemas concretos.
</p> <p>
<strong>O futuro</strong>
</p> <p>
A robótica educacional, atualmente, é servida por vários produtos de acordo com a faixa etária e do contexto pedagógico que se deseja trabalhar. Existem brinquedos pedagógicos com eletrônica de controle, kits educacionais com foco em alunos do ensino fundamental e ensino médio. Conteúdo didático e competições utilizando kits de montagem robótica e até robôs móveis inteligentes de pequeno porte para o nível técnico e de graduação, que também podem ser aplicados em pesquisas por alunos de pós-graduação. É importante diferenciar os modelos dos kits e as aplicações para não desestimular os alunos e professores, além de transmitir informações equivocadas das possibilidades da tecnologia, como ferramenta de desenvolvimento educacional ao longo do ciclo acadêmico do aluno que vai desde ensino fundamental até a pós-graduação. Existem kits robóticos para crianças e existem kits robóticos para os futuros engenheiros. Cada um tem seu grau de complexidade e usabilidade para estimular os jovens aprendizes. 
</p><p>
No Brasil, a demanda por robôs móveis inteligentes encontra-se oprimida devido aos altos custos de importação e posterior customização e manutenção dos produtos estrangeiros. Não são poucas as faculdades e universidades no País que chegaram a adquirir os robôs importados e, posteriormente, não tiveram suporte técnico adequado ou acesso a peças de reposição, ocasionando perda do investimento. Como a área de robótica está em constante evolução, os equipamentos ficam obsoletos rapidamente devido à falta de manutenção, fazendo com que o investimento tenha uma baixa relação custo-benefício. Dessa forma, devido às dificuldades de aquisição e de suporte para robôs móveis estrangeiros, não ocorre a popularização de sistemas robóticos no país.
</p><p> 
<strong>Considerações finais</strong>
</p> <p> 
É importante comentar que uma educação técnica de qualidade que permita o domínio da tecnologia de construção de sistemas complexos como, por exemplo, robôs móveis inteligentes, são fatores de diferenciação e valor agregado. Se hoje existe uma empresa brasileira que desenvolve, fabrica e comercializa aviões e que gera empregos qualificados, impostos de valor agregado, e divisas para o País; muito se deve a uma quantidade adequada de mão de obra qualificada associada a um forte investimento público inicial, e posteriormente, a gestão da iniciativa privada para tornar o negócio competitivo. Atualmente, no País existem poucas ferramentas para o desenvolvimento e aprimoramento de profissionais com alto-desempenho. Nossos técnicos e engenheiros, enquanto estudantes, não têm acesso para atuar com conteúdo multidisciplinar que, por exemplo, a robótica proporciona. Como contexto estratégico, o aprendizado técnico na área de robótica, pode permitir no médio prazo um diferencial competitivo para o País, pois promove a melhoria do aprendizado de futuros profissionais para trabalhar em projetos com alto valor agregado.
</p><p>  
<strong>Sobre o autor</strong>
</p><p> 
Antonio Valerio Netto é doutor em computação pela USP e professor de sistemas robóticas e inteligência computacional da UNICEP. É um entusiasta do uso da robótica para o ensino tecnológico. Foi o fundador da XBot, a primeira empresa de robótica móvel do Brasil focada nas áreas de educação e entretenimento. 
</p> ]]></content:encoded>
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		<title>RoboDeck é tema de mestrado</title>
		<link>http://www.xbot.com.br/tecnologia-envolvendo-robodeck-e-tema-de-dissertacao-de-mestrado-na-area-de-computacao/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 14:16:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tecnologia envolvendo RoboDeck é tema de dissertação de mestrado na área de computação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
A plataforma RoboDeck foi lançada em 2010 com foco na área de pesquisa. Seu objetivo foi apoiar os professores e orientadores no direcionamento e execução de trabalhos de pesquisa envolvendo temas como robótica móvel, processamento de sinais, sistemas autônomos, algoritmos de inteligencia artificial, entre outras áreas de pesquisa. 
</p>
<p>
Os primeiros frutos começam a surgir, no mês de novembro ocorrerá a qualificação de mestrado do aluno Guilherme Orlandini de programa de pós-graduação em ciëncia da computação, da Faculadde de Ciências Exatas e da Natureza da Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP). O aluno sob orientação do Prof. Dr. Luiz Eduardo Galvão Martins, apresentará o trabalho intitulado: &#8220;Desenvolvimento de Aplicativos de visão computacional para robô móvel autônomo&#8221;. A composição da banca de avaliação será composta além do orientador, pelos professores: Dr. Plinio Roberto Souza Vilela e Dr. Antonio Valerio Netto. 
</p>
<p>
O objetivo do trabalho é o desenvolvimento de aplicações utilizando técnicas de visão computacional e a integração destas aplicações com o MAP (módulo de alta performance) do RoboDeck; provendo ao robô a capacidade de realizar algumas tarefas com certo grau de autonomia. As tarefas que o RoboDeck realizará com o apoio de tais aplicativos estão ligadas a navegação em ambientes internos estruturados por meio do reconhecimento de sinais. Palavras-chave: Visão computacional, OpenCV, Robótica móvel inteligente e RoboDeck.
</p>]]></content:encoded>
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		<title>RoboDeck na Argentina</title>
		<link>http://www.xbot.com.br/noticia_robodeck_arg/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 19:15:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações]]></category>
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		<description><![CDATA[RoboDeck é apresentado no CIITI 2011 – IX Congresso Internacional em Inovação Tecnológica e Informática em Buenos Aires (ARG)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">No dia 23 de setembro ocorreu na cidade de Buenos Aires (ARG) o IX Congresso Internacional em Inovação Tecnológica e Informática. O objetivo do Congresso foi promover  um espaço de reflexão acadêmica, científica e setorial sobre a importância da inovação tecnológica em informática e em comunicação como fator de competitividade e integração estratégica na relação Estado &#8211; Universidade &#8211; Setor Privado. O congresso contou com palestrantes de diversos países, entre eles: Brasil, Argentina, Estados Unidos, França e Índia.
</p>
<p align="JUSTIFY">O congresso esteve organizado em cinco áreas temáticas: Políticas em Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva; Gerenciamento em Empresas de Tecnologia em Informática; Robótica Aplicada; Arquiteturas e Desenvolvimentos Tecnológicos Inovadores; e Cibercultura.
</p>
<p align="JUSTIFY"> Na seção de Robótica Aplicada, o palestrante Dr. Luiz Eduardo G. Martins, professor da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP &#8211; São José dos Campos), apresentou o projeto que está sendo desenvolvido em cooperação com a XBot, na área de Visão Computacional aplicada à Robótica Móvel. A apresentação ofereceu uma visão geral dos aplicativos de Visão Computacional que estão sendo desenvolvidos com base na plataforma móvel RoboDeck.
Com o desenvolvimento dos aplicativos de Visão Computacional, o RoboDeck passará a ter autonomia para se mover em ambientes complexos, sendo capaz de detectar objetos e pessoas ao se redor, identificar cores, formas e sinais pré-definidos, bem como tomar decisões baseadas nas imagens capturadas, para a sua locomoção.]]></content:encoded>
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		<title>Robôs nas escolas</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 22:13:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Robôs “invadem” as escolas brasileiras]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">A primeira empresa a produzir robôs móveis no Brasil prepara-se para invadir as salas de aula brasileiras. A XBot de São Carlos (a 230 km de São Paulo) deve produzir só neste ano 40 robôs, o mesmo número de máquinas produzidas desde a sua criação, em 2007. A companhia atende principalmente escolas médias técnicas e universidades, mas alunos de outros níveis também podem aprender e interagir com os equipamentos produzidos pela empresa. </p>

<p align="JUSTIFY">O carro-chefe da XBot é o RoboDeck, trata-se de um robô móvel que pode ser utilizado para a realizar atividades variadas, sobretudo nas áreas de pesquisa e educação. Além de outras aplicações em áreas como segurança, marketing e </span></span><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>homecare</em></span></span><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">. RoboDeck possui tecnologia 100% nacional com características relacionadas a mobilidade omnidirecional, que permite deslocamento em qualquer direção, sensores digitais e analógicos (GPS, bússola, acelerômetro, temperatura, etc), capacidade de acoplar câmeras digitais com interface USB, etc. O robô pode ser controlado remotamente ou funcionar de forma autônoma, para realizar tarefas pré-determinadas. Este robô permite acrescentar módulos opcionais como por exemplo, um computador embarcado com comunicação Wi-fi e Bluetooth. Além de permitir que outros módulos desenvolvidos por empresas e pelos alunos e professores possam ser acoplados ao sistema. </p>

<p align="JUSTIFY">A prática é que vai dar a chance ao aluno de aprender mais rápido”, explica Eng. Denis Lopes, gestor de aplicações da XBot. Os robôs chegam às escolas em forma de kits, que podem ser montados e desmontados pelos alunos e professores. No próprio processo de montagem, começa o aprendizado prático, que pode se expandir de acordo com cada necessidade da escola ou universidade. O objetivo é aliar educação e entretenimento, termo internacionalmente conhecido como </span></span><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>edutainment</em></span></span><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">. Os robôs são produzidos para atividades de impacto e a empresa mantém assistência técnica permanente, além da orientação aos professores e material de consulta em português (manuais, etc). </p>

<p align="JUSTIFY">O aluno consegue em um mesmo momento aprender conteúdos técnicos de mecânica, eletrônica e computação de forma envolvente, como se a eletrônica estivesse viva, literalmente se movendo”, ressalta Denis. A empresa também fabrica e comercializa outros produtos, como o Curumim que tem como objetivo promover o desenvolvimento educacional e aprendizado de conceitos técnicos nas áreas de lógica digital, controle, programação e robótica para alunos dos cursos técnicos. E o Sci-soccer que é uma solução adequada para quem deseja utilizar a Robótica para o ensino de programação e estratégia por meio do Futebol de Robôs, porém encontra dificuldades ou tempo escasso para desenvolver todo o projeto robótico (eletrônica, mecânica, comunicação, processamento de imagens, entre outras).</p>]]></content:encoded>
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